AVANCE CORAJOSAMENTE E ULTRAPASSE SEUS LIMITES

QUEM AVANÇA CORAJOSAMENTE ULTRAPASSA SEUS LIMITES E VENCE[1]

Josué 1:9

A coragem toma a direção e avançamos com segurança à medida que acionamos a fé[2]. O medo é superado e a confiança vai sendo ampliada em nossa vida quando deixamos de andar por vista e passamos a andar pela fé. Os resultados vão surgindo à medida que vamos eliminando as ervas daninhas de nosso território. Um território bem cuidado, aumenta em muito o potencial de produtividade.

Satanás tem jogado seus dardos no sentido de intimidar a sua produtividade e potencial. Ele quer te colocar para baixo, ou te fazer conformar e descuidar do seu sonho ou propósito. Maior é Deus e, consequentemente, quando confiamos nele passamos a fazer a diferença – Cristo em vós, esperança de glória. As provações que enfrentamos não precisam limitar a obra de Deus em nós – mesmo porque agindo Deus, quem impedirá? Paulo, apóstolo desbravador, disse que nada poderá nos separar do amor de Deus.

Quando Davi chegou a Ziclague com seus 600 homens, tudo parecia acabado, 1Sm 30:1-6. Os amalequitas tinham atacado a cidade e levado suas famílias em cativeiro. Os homens que estavam com Davi estavam desolados – choraram até perderem as forças. De repente, fracassados, resolveram apedrejar seu líder Davi, 1Sm 30:6. Por fim, o exército de Davi deu a volta por cima e resgatou tudo o que os inimigos tinham levado. Todavia, isso só aconteceu porque Davi fez algo que promoveu a diferença: “Davi, porém, fortaleceu-se no Senhor, o seu Deus” (1Sm 30:6).

Para nos enchermos de coragem é preciso duas coisas: 1) lembrar de tudo o que Deus já nos fez – “Grandes coisas fez o Senhor por nós e por isso estamos alegres”; 2) Lembrar das promessas que Deus nos deu – “Deus não é homem para que minta, nem filho de homem para que se arrependa. Porventura, tendo falado não cumprirá?”

A provisão de Deus que temos visto nos ensina a confiar quanto ao que não vemos.

Nossa maior força se encontra no aquietarmos e confiarmos em Deus. Ele é nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na angústia, portanto, não temeremos ainda que…, Sl 46:1-2.

No final de janeiro de 1956, durante os dias tensos do boicote de Montgomery (Alabama, EUA), o Dr. Martin Luther King Jr., ativista defensor dos direitos civis dos negros, não conseguia dormir. Um telefonema ameaçador o havia apavorado. Então ele orou: “Senhor, eu estou aqui para defender o que creio ser o certo. Mas, Senhor, preciso confessar que agora me sinto fraco, estou vacilando. Estou perdendo a coragem. Estou com medo… as pessoas estão olhando para mim buscando uma liderança, e se eu me apresentar diante delas sem forças e coragem, elas também vão vacilar. Estou no fim das minhas forças… sozinho não vou conseguir”.

Mais tarde, o Dr. Martin Luther King escreveu: “Naquele momento, eu experimentei a presença de Deus como nunca tinha sentido antes. Era como se pudesse ouvir a silenciosa certeza de uma voz interior, dizendo: Levante-se a favor da justiça, levante-se pela verdade, e Deus vai estar ao seu lado para sempre. Quase que imediatamente, meus temores começaram a desaparecer. A certeza brotou, a incerteza morreu. Eu estava pronto a enfrentar qualquer coisa”.

O Dr. King queria ver as pessoas de todas as raças, livres de danos provocados pelo racismo e preconceito.

Se enfrentamos oposição quando estamos empenhados em fazer o que é certo, precisamos também clamar e confiar no Senhor. Somente Ele é a nossa “rocha de refúgio, uma fortaleza poderosa para me salvar” (Sl 31:2). Ele é nossa fonte de confiança que nos dá força e proteção. “Os que confiam no Senhor serão como os Montes de Sião que não se abalam, firmes para sempre” (Sl 125:1).

Quando mais nada nos resta a não ser Deus, descobriremos que Ele é suficiente. “Aqueles que esperam no Senhor renovarão as suas forças, subirão com asas como águia, correrão e não se cansarão, caminharão e não se fatigarão” (Isaías 40:31).

 

 

Pastor Wanderley da Silva

 

 

 

[1] Música Tu és o meu Deus, Eyshila.

[2] O justo viverá da fé, e se ele recuar a aminha alma não se compraz nele.

CASAMENTO DEPENDE DE AMOR E AMIZADE

20140117-084549.jpgAMIZADE + AMOR = CASAMENTO

Efésios 3:14–17

A boa amizade entre os casais não deveria ser tumultuada para adoecer e se romper, mas deveria ser preservada como algo da mais alta valia, nesta vida com reflexos na eternidade.

O casamento deveria ser um porto seguro, onde não somos rotulados ao mostrar quem somos de verdade – ajuda sim, condenação não.

O casamento deveria ser promotor de nosso bem-estar, nos fazendo sentir confortáveis;

O casamento deveria ser único quando o que mais precisamos é de um ombro amigo.

O casamento revela perfeitamente quem somos, mas somos aceitos sem restrições;

O casamento deveria tornar nossa vida mais relevante.

O verdadeiro amor possui suas qualificações medidas e amparadas pela cruz – onde se doa, apesar do alto custo.

Não amar e não ser amado constitui uma doença grave e promotora de angústias e tragédias.

Pessoas que são incapazes de dar e receber amor constituem em pessoas mal-humoradas, que precisam de tratamento a fim de não sucumbirem de vez no divórcio.

O amor é algo totalmente individual e voluntário – impossível obrigar ou ameaçar alguém para nos amar.

O amor opera em valor do bem-estar alheio; interessa-se pelo bem do outro.

O amor é regulador de nossa vida em relação ao próximo – nosso cônjuge.

Somos advertidos a alimentar o amor com gestos de sabedoria – acima de tudo, porém, tende amor intenso uns para com os outros.

Nós sabemos que passamos da morte para a vida, porque amamos… aquele que não ama permanece na morte. Muitos casamentos estão numa sala onde são velados e apenas produzindo tristeza e choro. Falta amor – amor é vida.

Os ingredientes do amor estão dentro de um todo e não numa lista da qual escolhemos alguns itens que nos agradam. Temos que nos apropriar do pacote completo.

O amor é paciente, benigno, generoso, humilde, cortês, altruísta, bem-humorado, sem astúcia e sincero.

O amor possui um referencial nobre, Jesus. Tendo amado os que estavam com ele no mundo, amou-os até o fim. Jesus mostrou que o amor nos leva às últimas consequências em prol de quem amamos.

O amor é a resposta que soluciona os conflitos do nosso relacionamento. O amor é o tempo perfeito da vida. O amor é mais forte que a doença, mais forte que a pobreza. O amor é uma semente que nos garante um grande momento e uma grande estabilidade futura.

O amor jamais acaba, 1Co 13:8. Tudo que lutamos para adquirir: casa, carro, imóveis, móveis e outras tantas coisas deixará de existir, mas o amor permanece. Tudo que temos em abundância desaparecerá. Tudo o que construímos deixará de existir, mas tudo que é investido no amor nos promoverá eternamente.

Por causada sua extensão de existência o amor é superior a fé e a esperança. Sem amor nada do que fazemos ou somos possui significado, 1Co 13:3.

O amor deve ser o coordenador de nosso relacionamento. Amar não é manipular nosso cônjuge, não é decidir a sua conduta e comportamento, amar é dar-se em prol do outro, Jo 3:16.

O amor permite que lutemos e enfrentemos dificuldades sem abandonar o propósito de continuar unidos – até que a morte nos separe.

Eu te amo. Uma frase curta que gostamos de ouvir, mas que ao dizê-las precisamos grafá-las em letras de ouro em nossos corações, devido ao seu imensurável significado.

O maior motivador de nossos relacionamentos é o amor. Não é porque amamos que tudo será mar de rosas. Teremos dias difíceis, mas o amor será o combustível que nos manterá firmes em nossa caminhada. Ame em qualquer circunstância. Conservemos-nos inabaláveis no amor.

O amor expressa respeito e afeto. O amor nos leva a dar atenção e termos em alta estima aquele a quem amamos. O amor é realizador, empreendedor e dinâmico.

Não amemos de palavras, nem de língua, mas de fato e de verdade. Quem vive no amor alcança e partilha a felicidade.

Pastor Wanderley da Silva

É tempo de buscar ao Senhor

Deus sempre quis ter comunhão com o homem, mas podemos ver que este sempre entrou por caminhos que eram contrários a Deus. O ser humano é tendencioso para o mal, isso é consequência da queda. A Palavra diz que “Não há ninguém que entenda; Não há ninguém que busque a Deus. Todos se extraviaram, e juntamente se fizeram inúteis.Não há quem faça o bem, não há nem um só” (Romanos 3:11,12).

Jesus disse que devemos buscar o Reino de Deus em primeiro lugar, Mt 6:33. Ele chamou todos os cansados e sobrecarregados a virem a Ele a fim de obterem descanso e alívio, Mt 11:28.

No Antigo Testamento, vemos Deus falando através do profeta Jeremias declarando: “E buscar-me-eis, e me achareis, quando me buscardes com todo o vosso coração” (Jeremias 29:13). Deus se deixará encontrar por seu povo quando o procurarem com essa disposição.

Quando tentamos viver longe de Deus, cultivamos uma vida vazia e sem sentido. Quando vivemos sem Deus estamos perdendo tempo na vida.

“Semeai para vós em justiça, ceifai segundo a misericórdia; lavrai o campo de lavoura; porque é tempo de buscar ao Senhor, até que venha e chova a justiça sobre vós (Oséias 10:12).

Israel estava numa situação terrível, mas o profeta mostra que existia um caminho para a salvação: “Porque assim diz o Senhor à casa de Israel: Buscai-me, e vivei” (Amós 5:4).

“Volta, ó Israel, para o Senhor teu Deus; porque pela tua iniqüidade tens caído. Tomai convosco palavras, e voltai para o Senhor; dizei-lhe: Tira toda a iniqüidade, e aceita o que é bom; e ofereceremos como novilhos os sacrifícios dos nossos lábios” (Oséias 14:1,2).

Um abraço,

Pastor Wanderley da Silva

Sobrevivendo às Pressões da Vida

12745469_10201259931977154_2487187099732716116_nCom a graça de Deus venho apresentar a quinta revista desta Série Discipulado, agradecendo o apoio e o empenho de todos que tem aplicado essa série em sua igreja, sua vida pessoal, seu pequeno grupo ou célula.

Precisamos refletir sobre as pressões que nos são impostas em nossa caminhada cristã. O valor do ouro não está no seu brilho, mas na sua resistência diante do fogo e das circunstâncias adversas. Já diz o ditado que “nem tudo que brilha é ouro”.

A vida do cristão precisa resistir às intempéries. A fé, quando posta à prova, não se perde, mas se amplia. A verdadeira fé resiste ao fogo das pressões, e se intensifica em qualidade, mostrando-se firme e resoluta.

Essas doze lições vão te levar a debater e estudar assuntos, que tornarão sua vida cristã mais forte e saudável, diante de tantas perseguições e desafios que tem tentado espremer a fé, na tentativa de destruí-la. No entanto, quanto mais espremerem, tanto mais ela se multiplicará.

Deus abençoe e te dê sabedoria instruindo-te a teres uma vida à prova de pressões.

 

Pr. Wanderley da Silva

A Vida Cristã na Prática

Revista Wanderley - A vida Cristã na Prática_frenteA vida cristã deve ser diferenciada, apesar de estarmos no mundo, não somos do mundo, foi o que afirmou nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Deus espera que vivamos em Cristo, de forma vitoriosa e crescente. Somos libertos para vivermos como cidadãos do céu.

O discipulado visa aprendizado e, por consequência, compartilhamento. O que recebemos, se for com atenção e aplicação em cada dia, poderemos repassar esse cuidado aos outros.

Jesus, referencial de discipulado, disse a Simão: “eis que Satanás vos pediu para vos cirandar como trigo; mas eu roguei por ti, para que a tua fé não desfaleça; e tu, quando te converteres, confirma teus irmãos” (Lucas 22:31-32).

Esta é a quarta revista de estudos, visando auxiliar pastores, líderes e discipuladores no trabalho do Senhor.

Agradeço a Deus e a todos que tem cooperado para que esse projeto dê seus passos, avançando na estrada do discipulado, proporcionando edificação, fortalecimento e saúde para cada discípulo do Senhor Jesus.

 

Wanderley da Silva

Superando Desafios e Adversidades

A vida contemporânea coloca sobre os nossos ombros, todos os dias, cargas que nos parecem insuportávSuperando_Desafios_e_Adversidades_-_CAPA_jpgeis. Muitas vezes somos levados a acreditar que não seremos capazes de superar determinados obstáculos. Quantas pessoas que, desesperançosas, já não lutam diante da aparente força do inimigo!

Embora os gigantes apareçam a todo momento e nos intimidem com suas poderosas armas, é nas horas mais críticas que o Senhor revela seu poder e força àqueles que o temem e se entregam a ele.

Nesta terceira revista de discipulado, o pastor Wanderley da Silva nos ensina quais os passos que devemos dar para vencer os temidos gigantes, enfrentar as crises e transformar os momentos de aparente fraqueza em bênçãos.

O autor tem vasta experiência pastoral. Por isso, soube analisar com muita clareza e didática, em linguagem clara e objetiva, o texto bíblico que relata o enfrentamento entre Davi e Golias. E conseguiu extrair e aplicar essas lições de modo prático para o leitor moderno.

Superando Desafios e Adversidades é uma revista baseada inteiramente na Bíblia Sagrada. Isso, por si só, a torna digna de ser lida e estudada. Mas, some-se a isso, a experiência pastoral, a capacidade de análise do autor e as aplicações que faz das verdades da Palavra de Deus.

O pastor Wanderley da Silva foi muito feliz na escolha do tema e na maneira como o abordou. E, certamente, edificará muitas vidas com esta mensagem.

Pr. Rubens Paes

 

Editora Aleluia

Um Vaso Útil nas Mãos de Deus

Como se tornar um vaso útil

At 9.10-18 (15)

INTRODUÇÃO: O vaso é usado como ilustração da nossa vida. Todos deveríamos entender essa aplicação, a fim de podermos desempenhar bem o propósito pelo qual Deus nos formou.

O texto básico fala a respeito da conversão  de Saulo de Tarso. Fato desacreditado por muitos no início de sua carreira cristã. Ananias, um discípulo do Senhor é chamado por Deus para ir até onde ele se encontrava para orar por ele. Inicialmente Ananias estranhou e tentou argumentar sobre o que sabia a respeito de Saulo, mas Deus lhe disse “vai porque ele é para mim um vaso escolhido”.

Não importa as práticas religiosas e até pecaminosas do nosso passado. A partir do momento que encontramos Jesus podemos nos tornar um vaso útil.

  • RECONHECENDO QUE SOMOS BARRO

Hoje encontramos muitas pessoas que não negam o fato de ser um vaso, mas querem ser um vaso de cristal. Com isto estão mostrando que estão dominadas por um sentimento de arrogância, de superioridade.

Precisamos ser o que Deus diz que somos: “Tu és pó…”. Somos formados do pó, portanto devemos reconhecer o quanto somos frágeis e necessitados de Deus. A exaltação deve vir por iniciativa e ação de Deus, e não de um espírito arrogante.

Jó reconheceu essa realidade, quando disse: “como barro me formaste, e ao pó me farás voltar” (10.9).

Isaías afirmou: “Mas agora, ó Senhor, Tu és nosso Pai; nós somos o barro, e Tu, o nosso oleiro” (64.8). Não importa a posição social, a aparência, todos somos barro. Só reconhecendo isso, poderemos ser abençoados por Deus.

 

  • ACEITAR SER MOLDADO PELO OLEIRO

O oleiro tem total controle sobre o barro para dar-lhe o formato desejado. É impossível a obra ficar querendo discutir com o obreiro. Deus pode fazer em nós e através de nós o que bem entender, pois Ele é soberano e não deve satisfação a ninguém. Cabe a nós aceitarmos sua vontade.

Ele falou: “Como o barro na mão do oleiro, sois vós na minha mão, diz o Senhor”. Esta é a Palavra divina a nosso respeito. Sendo assim, devemos permitir ser tratado por Ele, pois deseja formar em nós algo melhor do que nós mesmos poderíamos fazer.

Jeremias foi até a casa do oleiro para receber uma palavra da parte de Deus. Ele observou o seguinte: “como o vaso que ele fazia de barro se quebrou nas mãos do oleiro, tornou a fazer dele outro vaso, conforme seu querer” (Jr 18.4). Deus não desiste de nós, mas fará tudo para sermos como Ele quer.

 

  • ENFRENTAR O FOGO QUE FORTALECE SEM RECLAMAR

O vaso formado pelo oleiro não conseguirá alcançar propósito algum, a menos que seja queimado no fogo. Esse fogo pode representar as lutas e tribulações que enfrentamos em nossa caminhada cristã. “Bem aventurado o varão que sofre a tentação porque quando for aprovado receberá a coroa da vida”.

Jesus disse aos seus discípulos que eles haveriam de enfrentar aflições, mas não era para desanimarem, Jo 16.33. Somos atribulados, disse Paulo, mas não somos desamparados. Deus não permitirá que o fogo para forjar o nosso caráter seja maior do que precisamos, ou do que possamos suportar.

Deus permite que o vaso enfrente o fogo para que ele fique firme, forte e resistente.

 

  • PERMITIR QUE O SENHOR NOS COLOQUE ONDE QUISER

Quem decide onde o vaso deve ficar é exclusivamente seu dono. Ninguém compra um vaso para coloca-lo num canto abandonado, mas para enfeitar algum lugar que julga nobre. Assim também Deus quer fazer com cada um de nós. Ele deseja que estejamos ocupando um lugar de honra.

Cada servo de Deus precisa se submeter a vontade dele. Ele sabe porque nos fez, e qual o propósito maior com nossas vidas. Dentro dessa realidade, não podemos deixar de orar como Jesus: “não se faça a minha vontade, mas a tua”.

Todos nós fomos formados de modo especial pelo Senhor, e precisamos nos entregar inteiramente em suas mãos. Os pensamentos dele a nosso respeito são os melhores possíveis, pensamentos de paz, e não de mal.

CONCLUSÃO: “Humilhai-vos, debaixo da potente mão de Deus para que, a seu tempo, Ele vos exalte”. A promessa de Deus é gloriosa para aqueles que se humilharem: ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra, 2Cr 7.14.Deus tem um plano para sua vida, mas enquanto você não reconhecer que é um vaso de barro, permitir que Ele molde seu caráter, enfrentar o fogo sem reclamar e permitir que Ele o coloque onde você deve, de fato, estar, nada poderá ser feito. Todos aqueles que tentaram convencer a Deus com seus questionamentos, tiveram que mudar e aceitar o argumento de Deus. Dentre esses: Moisés, Elias, Jeremias, Ananias. Vai querer continuar teimando, ou vai se entregar a Deus. A decisão é tua.

Problemas e dificuldades

Todos nós temos problemas, dificuldades, barreiras a serem vencidas a cada dia. À medida que vamos vivendo, os desafios batem constantemente à nossa porta.

Com quem vou me casar?

Que profissão vou abraçar?

Onde vou fixar residência?

Compro ou não?

Vendo ou não?

Empresto?

Jogo fora?

Desisto?

Insisto?

Resisto?

Ufa! Tenho certeza de que estas questões e muitas outras fazem parte do seu quotidiano. Em muitas ocasiões, você se sente imobilizado, sem saber que rumo tomar. Você fica embaraçado. O desemprego pode ser um embaraço; a morte de um ente querido pode ser um embaraço; um relacionamento rompido, também. Cada passo que você tem que dar pode se tornar um grande empecilho e fazer de você uma pessoa derrotada, destruída. Mas agora preste atenção: você não é a única pessoa a enfrentar dificuldades na vida. No mundo inteiro as pessoas estão passando por crises financeiras, crises familiares, perseguições, problemas com a educação dos filhos, vestibulares, construções… E não apenas isso. O ser humano tem fraquezas, tem deficiências, com as quais se debate a todo momento e pode ser derrotado por elas. Ou não! As circunstâncias da vida, é certo, têm submergido milhões de pessoas na depressão, na amargura, no ressentimento, levando-as aos consultórios de psicoterapia, aos milagreiros… e até mesmo ao suicídio. Mas essas mesmas circunstâncias se têm convertido em oportunidades fascinantes de vitória para outro tanto de pessoas!

Qual é a causa disto? O que determina que uns sejam vencedores, enquanto outros fracassam nas mesmas situações? O livro sagrado dos cristãos, a Bíblia, tem a resposta para estas indagações. Vamos recorrer a esse livro, tido e crido como a Palavra de Deus por milhões de pessoas em toda a terra. Essa Palavra reivindica o poder de nos ensinar e corrigir. Leia comigo o que está escrito em Hebreus 12.1-3: “Portanto, também nós, uma vez que estamos rodeados por tão grande nuvem de testemunhas, livremo-nos de tudo o que nos atrapalha e do pecado que nos envolve, e corramos com perseverança a corrida que nos é proposta, tendo os olhos fitos em Jesus, autor e consumador da nossa fé. Ele, pela alegria que lhe fora proposta, suportou a cruz, desprezando a vergonha, e assentou-se à direita do trono de Deus. Pensem bem naquele que suportou tal oposição dos pecadores contra si mesmo, para que vocês não se cansem nem desanimem”.

Livrando-se dos Resíduos da Alma

Se observarmos ao nosso redor, veremos o quanto de lixo e sobras de materiais vão se acumulando. Sobras de alimentos, de papéis, de embalagens, são tantas coisas que, se descuidarmos, vão dominando o território e não vai ter mais lugar para as coisas boas, novas e agradáveis.

Vejo que a alma humana também tem sido um território de muitas sobras e muitos entulhos, por estarmos vivendo numa geração de muito agito, grandes competições e muita correria. Se não pararmos para cuidar da alma, vamos sentir que a “máquina” vai emperrando, paralisando aos poucos, até chegar ao travamento, quando entramos num estado de caos, tomados pelo desespero e pela depressão.

Se tivermos cuidado, e todos os dias administrarmos as manutenções e limpezas necessárias, vamos sempre ter nossa casa em ordem e desfrutaremos uma certa regularidade de satisfação e equilíbrio. Caso não ordenemos a nossa casa, poderemos morrer, por antecipação. Entretanto, se formos cuidadosos, por certo prolongaremos nossa vida. Então chegou o tempo da faxina, mãos à obra. Pr. Wanderley da Silva

A Legítima Postura de Um Guerreiro

“Depois de uma inspeção, eu disse aos nobres, aos oficiais e ao restante do povo: Não os temais! Lembrai-vos do Senhor, grande e temível, e lutai por vossos irmãos, vossos filhos e filhas, vossas mulheres e vossas casas” (Neemias 4:14).

Introdução:

O mundo é um campo de batalhas. Assim, convém que nos preparemos para as batalhas que tenhamos que enfrentar. Somos desafiados todos os dias. O apóstolo Paulo declarou que “somos entregues à morte todo dia”, isto é, estamos sempre pisando em campo minado. Não podemos descuidar nem um instante sequer. Já dizia uma canção infantil “cuidado pezinho onde pisa”.

Jesus falou sobre aflições, João 16:33;

Paulo sobre tribulações,

Pedro sobre dias difíceis.

Judas advertiu a igreja a “batalhar pela fé dada aos santos”.

Não é possível que um cristão fique se fazendo de vítima, demonstrando fraqueza, esperando mimos de seus irmãos, quando há muito que precisa ser feito e conquistado. Muitos vivem distraídos com os cuidados do mundo e se omitem de guerrear com determinação. Se te mostrares um cristão frouxo, no dia da adversidade procurarás e não acharás força para se manter em pé.

O diabo, terrível adversário, anda de olho nos cristãos, para encontrar um meio de derrotá-los. Nossa firme decisão ao lado de Deus e zelo pelos seus princípios revelados nas sagradas Escrituras vão tornar-nos fortes diante dos adversários e das ameaças ou desafios. Nossa consagração torna o inimigo inoperante, mas nossa falta de zelo e de santidade torna o diabo forte e livre para agir em nós. “Não deis lugar ao diabo”( ).“Diga o fraco: eu sou forte” ().

Para poder triunfar é preciso seguir os passos bíblicos daqueles que já deram mostras de superação. Na Bíblia, tudo quanto foi escrito é  para o nosso ensino. Neemias foi um grande líder que soube conduzir o povo à uma obra bem sucedida. Não escapava ninguém – nobres, oficiais e todo o povo – todos deveriam pegar as armas e trabalharem na reconstrução, mas com a consciência de que estavam numa batalha. Na reconstrução de Jerusalém, empenhou forças e conscientizou o seu povo sobre a realidade enfrentada naqueles dias, um tanto quanto intimidadora, perseguidora, com forte tentativa de que houvesse abandono. No entanto, ele foi firme e orientou o povo a batalhar com a postura de um legítimo guerreiro. Eis o que pediu ao povo:

1) Não se intimidar diante dos inimigos e suas ameaças

“… não os temais”

O medo é um bloqueador, um paralisador, um limitador de potenciais. O maior responsável pelas derrotas e fracassos do ser  humano. “Nenhuma batalha jamais foi ganha sem o poder do entusiasmo” (John Lord O Brian). Entusiasmo é “Deus em si”. A falta de entusiasmo é como rugas na alma.

Uma das estratégias do inimigo é gritar mais alto, falar em tom mais austero, com o fim de intimidar. Não olhe para suas ameaças… nem para sua cara feia… seja firme diante de qualquer inimigo, resista com firmeza e ele vai começar a recuar. Siga a orientação de Tiago: “Sujeitai-vos, pois a Deus, resisti ao diabo e ele fugirá de vós” (Tg 4.7), bem como, de Pedro: “Sede sóbrios e vigilantes. O diabo, vosso adversário, anda em derredor, como leão que ruge, procurando alguém para devorar; resisti-lhe firmes na fé” (1Pe 5.8-9).

Não podemos ignorar o fato de Satanás, quando vê que a intimidação, a força ou a ameaça não resolve, procura se transfigurar em “anjo de luz” para poder seduzir um cristão, 1Co 11.14.

Normalmente, Satanás começa a derrotar um cristão pelo seu pensamento, que sendo alimentado gerará uma atitude, onde esta pessoa acaba caindo no colo dele. A partir daí, o poço passa a ser de uma profundidade inimaginável.

Paulo falou para o cristão se apossar de toda a armadura de Deus, para ficar firme contra as astutas ciladas (trapaça, engano, isca) do diabo, Ef 6.11. Vemos que o casal Ananias e Safira foi vítima da astúcia de Satanás. Estavam fazendo algo bom – ofertar – mas, interiormente, estavam dominados pelo engano e o resultado foi a morte, At 5.1-11.

Não subestime o inimigo, mas também não supervalorize. Longe de nós cometer um desses erros: achar que tudo é o diabo (tirando do homem a responsabilidade), ou achar que nada é ele (atribuir tudo ao humanismo).

Jesus falou enfaticamente “vigiai e orai para que não entreis em tentação” (Mt 26.41). Vigiar vem antes de orar. De nada adianta orar muito e esquecer de vigiar.

2) Considerar e confiar no Poderoso Deus

“… lembrai-vos do Senhor, grande e temível”

Para que se tenha vitória em meio a uma batalha, é preciso manter uma boa relação com Deus. Busque-o em oração e se empenhe para estar sendo por Ele fortalecido. Alguém afirmou que “Quanto mais suor exalar no treinamento, menos sangue será derramado no campo de batalha”. Com isso, quero dizer que as batalhas serão superadas, conforme a força que receberes através da oração. Quanto mais lágrimas derramares no altar, maior serão as manifestações de seu poder na batalha.

Quando o apóstolo Paulo falou sobre a batalha espiritual, sua palavra inicial foi “fortalecei-vos no Senhor e na força do seu poder, revesti-vos de toda a armadura de Deus…” (Ef 6.10). Uma expressão evidente no Antigo Testamento é “Senhor dos exércitos”, um dos nomes pelo qual Deus é revelado ao seu povo. Isso mostra sua soberania e seu total poder sobre seus inimigos. Diante disso, Ele afirmou: “não temas, porque eu sou contigo; não te assombres porque eu sou teu Deus; eu te esforço e te ajudo e te sustento com a minha destra fiel” (Is 41.10).

O apóstolo João nos assegura uma vida vitoriosa: “Sabemos que todo aquele que é nascido de Deus não está no pecado; aquele que nasceu de Deus o protege, e o Maligno não o atinge” (1 João 5:18). Seja fiel a Deus, Ele é Poderoso para guardar seus filhos.

3) Não ser egoísta na peleja ignorando seus companheiros

“… lutai por vossos irmãos, vossos filhos e filhas, vossas mulheres e vossas casas

Na batalha espiritual não vale o dito popular: “cada um pra si, Deus por todos”. Se é bom e suave que os irmãos vivam em união, Sl 133.1, o mesmo deve ser aplicado quando se trata de momentos de provações, tribulações e guerra espiritual. A Palavra diz que “na angústia é que nasce o irmão”.

Longe de nós sermos contagiados pela “síndrome de Caim”, ficar revoltado com o irmão a ponto de eliminá-lo de sua convivência. Pode-se eliminar alguém da sua lista, mas nunca da sua consciência. Quando Deus perguntou a Caim sobre seu irmão, ele respondeu grosseiramente: “sou eu guardador de meu irmão?”

A vida de comunhão pode ser benéfica, pois “melhor e serem dois do que um”. Um pode perseguir mil, dois perseguirão dez mil. Necessitamos batalhar de forma a pensar em nossos irmãos, irmãs, família, casa, etc

Conclusão:

Vamos engajar nesse exército com a certeza de que nossa força vem de Deus. Não podemos viver acuados com medo do inimigo, mas mostrar-nos forte, por que em Deus faremos proezas, Ele calcará aos nossos pés os nossos inimigos. “Pelejarão contra ti, mas não prevalecerão contra ti” é o que nos garante o Senhor.

O Perigo da Avareza

Roney nos escreveu por e-mail: “O problema é que não consigo aceitar os pastores de várias igrejas que na maior parte dos seus cultos se preocupam em ficar pedindo dinheiro de várias formas. Se fosse apenas o dízimo… Mas não é apenas isso. Ficam tentando vender produtos e águas, fazem rituais que prometem nos fazer vencer e virar grandes empresários, só falam em carros e casas e viagens”.
Recebemos mensagens desse tipo com muita freqüência. Em evidente contraste, o Mestre Jesus declarou a Seus discípulos: “As raposas têm seus covis, e as aves do céu, ninhos; mas o Filho do Homem não tem onde Roney nos escreveu por e-mail: “O problema é que não consigo aceitar os pastores de várias igrejas que na maior parte dos seus cultos se preocupam em ficar pedindo dinheiro de várias formas. Se fosse apenas o dízimo… Mas não é apenas isso. Ficam tentando vender produtos e águas, fazem rituais que prometem nos fazer vencer e virar grandes empresários, só falam em carros e casas e viagens”.
Recebemos mensagens desse tipo com muita freqüência. Em evidente contraste, o Mestre Jesus declarou a Seus discípulos: “As raposas têm seus covis, e as aves do céu, ninhos; mas o Filho do Homem não tem onde reclinar a cabeça” (Mt 8.20). O apóstolo Pedro disse ao homem coxo de nascença: “Não possuo nem prata nem ouro, mas o que tenho, isso te dou: em nome de Jesus Cristo, o Nazareno, anda!” (At 3.6). Sem dúvida isso era válido para todos os apóstolos, conhecidamente pobres em bens materiais. Mas dos falsos mestres a Bíblia nos diz o contrário: “…homens cuja mente é pervertida e privados da verdade, supondo que a piedade é fonte de lucro” (1 Tm 6.5).
Chama a atenção que se espera que os anciãos e diáconos sejam “não avarentos”, “não cobiçosos de sórdida ganância” (1 Tm 3.3,8). O mesmo se esperava do bispo da ilha de Creta: que ele não fosse “cobiçoso de torpe ganância” (Tt 1.7). O apóstolo Pedro escreveu aos anciãos: “pastoreai o rebanho de Deus que há entre vós, não… por sórdida ganância” (1 Pe 5.2). Estamos bem conscientes de que o amor ao dinheiro, o desejo de lucro e o anseio por bens materiais que se alastra dentro do cristianismo de hoje pode se apossar de nós também. Ter dinheiro não é pecado, mas ai de
nós quando o dinheiro nos comanda, quando ele domina nosso pensar e nosso agir. O apóstolo alerta: “Ora, os que querem ficar ricos caem em tentação, e cilada, e em muitas concupiscências insensatas e perniciosas, as quais afogam os homens na ruína e na perdição” (1 Tm 6.9).

A Bíblia nos fornece três exemplos assustadores de pessoas que foram tomadas pela ganância:

1) Acã, que na tomada de Jericó escondeu em sua tenda despojos que, segundo ordens bem claras de Deus através de Josué, deveriam ser destruídos. Esse pecado único causou uma terrível derrota ao povo de Israel diante de Ai, pois o Senhor não podia mais estar com eles. Acã confessou:
“Verdadeiramente, pequei contra o Senhor, Deus de Israel, e… vi entre os despojos uma capa babilônica, e duzentos siclos de prata, e uma barra de ouro do peso de cinquenta siclos, cobicei-os e tomei-os…” (Js 7.20-21). Ele foi apedrejado.

2) Balaão, o profeta gentio a quem o rei moabita Balaque fez uma proposta tentadora e vantajosa se amaldiçoasse Israel. O Novo Testamento usa-o como exemplo negativo, falando de homens que “abandonando o reto caminho, se extraviaram, seguindo pelo caminho de Balaão, filho de
Beor, que amou o prêmio da injustiça” (2 Pe 2.15). Os corações cheios de cobiça daqueles que prestam serviços religiosos visando o lucro pessoal são “movidos de ganância” e “se precipitaram no erro de Balaão” (Jd 11). Balaão era um profeta mercenário e símbolo do dolo e da cobiça, segundo a Bíblia Anotada Expandida. Mais tarde ele foi morto pelos soldados de Josué.

3) Geazi, servo do profeta Eliseu. Ele correu atrás de Naamã, que havia sido curado da lepra, e mentiu, pedindo “um talento de prata e duas vestes festivais” (2 Rs 5.23). Pelo visto, ele não queria deixar passar essa grande chance de, como servo do grande profeta, finalmente conseguir algum lucro. O profeta o repreendeu, dizendo: “…Era ocasião para tomares prata e para tomares vestes, olivais e vinhas, ovelhas e bois, servos e servas?” (2 Rs 5.26). Geazi foi castigado com a lepra de Naamã pelo resto de sua vida.

A Palavra diz que não tem herança no reino de Cristo e de Deus “nenhum… avarento, que é idólatra” (Ef 5.5). “Uma pessoa avarenta é idólatra, pois coloca as coisas antes de Deus” (ABA). O Senhor Jesus diz na parábola do semeador: “O que foi semeado entre os espinhos é o que ouve a
palavra, porém os cuidados do mundo e a fascinação da riqueza ofuscam a palavra, e fica infrutífera” (Mt 13.22). É hora de vigiar e orar para que o amor ao dinheiro e por tudo aquilo que o dinheiro pode comprar não encontre lugar em nossos corações. Como antídoto, peçamos com mais fervor que o Senhor abra nossos olhos espirituais para os valores eternos, orando sempre: “Inclina-me o coração aos teus testemunhos e não à cobiça” (Sl 119.36).

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Amizade Não Tem Preço

Um amigo é uma das maiores bênçãos na terra. Não me fale de dinheiro.
Afeição é melhor que o ouro. Empatia é melhor do que propriedades.
Pobre é o homem que não tem amigos. Você tem um amigo?
Este mundo é cheio de tristeza, porque é cheio de pecado. É um lugar
escuro. É um lugar solitário. É um lugar decepcionante. O raio de sol
mais brilhante neste mundo é um amigo. Amizade corta nossos problemas pela metade e multiplica por dois as nossas alegrias. Você tem um
amigo?
Um amigo verdadeiro é escasso e raro. Há muitos que irão comer, beber,
e rir conosco na luz do sol da prosperidade. Há poucos que permanecerão ao nosso lado nos dias de escuridão, há poucos que nos amarão
quando estivermos doentes, desamparados e pobres, há poucos, acima
de tudo, que cuidarão de nossas almas. Você tem um amigo verdadeiro?
R. C. Ryle

Cada um escolhe como viver

Somos seres racionais, com isso há sempre o desejo de ir além. Enquanto uns se empenham, avançam e nada os impede de realizar seus sonhos, outros há que preferem parar à beira do caminho e ficar lamentando os obstáculos do caminho.
Diz o ditado que “a vida é dura para quem é mole”. A Palavra de Deus sempre incentiva as pessoas que possuem objetivos a serem fortes e se esforçarem dando sempre o melhor de si. Deus ajuda, mas nada acontece em passe de mágica. O sucesso é a somatória de trabalho, tempo e disposição.
Aqueles que tem um sonho precisam acordar para realizá-lo. Levantai e andai pois a meta está mais à frente.

Quem tem confiança não teme a luz

“Mas quem pratica a verdade vem para a luz, a fim de que as suas obras sejam manifestas, porque são feitas em Deus” (João 3:21).
Como diz o ditado “quem não deve não teme”, assim também são aqueles cujas obras são feitas dentro dos princípios estabelecidos por Deus. A verdade torna a pessoa livre. O melhor “travesseiro” é aquele chamado “boa consciência para com Deus e com os homens” (At 24:16). As obras daqueles que temem a Deus e seguem as orientações do Espírito Santo servem de testemunho e referência àqueles que lhes cercam, seja na família, no trabalho, na igreja, ou em qualquer lugar.
Não temer a luz significa que tudo é realizado de forma irrepreensível, coerente e responsável. Nesse caso, Jesus disse que “de tal modo brilhe a vossa luz diante dos homens, que eles vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus” (Mt 5:16). Sabemos que enquanto o bem vai devagar, o mal vai a toda velocidade. No entanto, cada cristão deve evidenciar em todos os setores onde estiver inserido seu zelo e empenho sempre pelo melhor e pelo correto. Enquanto o mal escandaliza, é conveniente que tenhamos coragem de mostrar que existe o bom e o correto, mesmo que tudo ao redor esteja desacreditado e caótico.
Aqueles que ocorrerem em erros e falhas devem ser transparentes, mesmo porque não há ninguém perfeito, mas a confissão perante a verdade torna a situação melhor do que quando ocultada. Confessar o erro cometido é honestidade, enquanto ser descoberto em erro caracteriza desonestidade. “Filhinhos meus, isto vos escrevo para que não pequeis. Mas, se alguém pecar, temos um intercessor junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo” (1Jo 2:1).
Pr. Wanderley da Silva

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A Provisão de Deus Através do Maná

A provisão de Deus através do maná
Êxodo 16:1-10

Introdução: Podemos enfrentar o deserto, mas nunca seremos abandonados por Deus. Sempre haverá uma porta aberta, um plano divino para superarmos até que alcancemos a realização do nosso sonho, alvo ou objetivo.
O “Senhor proverá” (Jeová Jiré) foi uma expressão usada por Abraão, quando questionado por seu filho Isaque sobre onde estava o cordeiro para o sacrifício, que estavam indo oferecer a Deus no Monte Moriá.
Nosso Deus é um Deus que sempre será nosso “Cuidador”. Ele é nosso Conforto, nossa Âncora, nosso Refúgio e nosso Encorajador. Não hesite em fazer o que diz o versículo: “lançando sobre ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós” (1 Pe 5.7).

O texto básico mostra uma ação sobrenatural de Deus, a fim de alimentar e sustentar seus filhos, que estavam no deserto rumo à terra de Canaã, a terra prometida por Deus a Abraão, muitos anos antes. Entre o Egito e a terra de Canaã estava o deserto, que durou 40 anos de peregrinação. O povo experimentou muitos milagres, tais como: travessia do Mar Vermelho, transformação de águas amargas em água doce, água saindo da rocha, codornizes, preservação do vestuário. No entanto, uma das experiências marcantes está na provisão do maná. O que podemos aprender nesse fato? Que lições podemos extrair desse acontecimento?

1) Aquele que serve a Deus pode confiar nele como provedor

Deus é um ser poderoso e capaz de suprir todas as nossas necessidades diárias. Jesus, ao ensinar seus discípulos a orar, inseriu este pedido: “O pão nosso de cada dia nos dá hoje” (Mt 6:11).
“Fui moço e já, agora, sou velho, porém jamais vi o justo desamparado, nem a sua descendência a mendigar o pão” (Sl 37:25).
“Agora, sei que o SENHOR salva o seu ungido; ele lhe responderá do seu santo céu com a vitoriosa força de sua destra” (Sl 20:6).
“Esperei confiantemente pelo SENHOR; ele se inclinou para mim e me ouviu quando clamei por socorro” (Sl 40:1).

2) Aquele que serve a Deus não pode ser preguiçoso, nem avarento ou egoísta

Embora fosse uma dádiva celeste, cada família tinha de se levantar e recolher sua porção diária toda manhã (1 gomer = 7 litros por pessoa). Aqueles que recolhiam mais do que a porção definida, nada lhe sobrava, pois apodrecia, Êxodo 16:18.
“A preguiça faz cair em profundo sono, e o ocioso vem a padecer fome” (Pv 19:15).
“Pela muita preguiça desaba o teto, e pela frouxidão das mãos goteja a casa” (Ec 10:18).
“O preguiçoso deseja e nada tem, mas a alma dos diligentes se farta” (Pv 13:4).
“O preguiçoso morre desejando, porque as suas mãos recusam trabalhar” (Pv 21:25).
“Então, lhes recomendou: Tende cuidado e guardai-vos de toda e qualquer avareza; porque a vida de um homem não consiste na abundância dos bens que ele possui” (Lc 12:15).
“Sabei, pois, isto: nenhum incontinente, ou impuro, ou avarento, que é idólatra, tem herança no reino de Cristo e de Deus” (Ef 5:5).

3) Aquele que serve a Deus deve dispor-se a obedecê-lo sempre

Deus havia dado normas para se recolher o maná. Deixar de colher, por preguiça, seria sinônimo de fome; colher demais, por avareza, era perder tempo, pois o excedente apodrecia. Na sexta-feira deviam colher o dobro, caso contrário, jejuavam forçosamente no dia seguinte. Com isso vemos que Deus tinha um propósito didático, preparando o povo para viver bem na terra prometida.
Veja que linda disposição do povo em Êxodo 24:7, que diz: “E tomou o livro da aliança e o leu ao povo; e eles disseram: Tudo o que falou o SENHOR faremos e obedeceremos”.
“… Eis que o obedecer é melhor do que o sacrificar, e o atender, melhor do que a gordura de carneiros” (1Sm 15:22).
“Pela fé, Abraão, quando chamado, obedeceu, a fim de ir para um lugar que devia receber por herança; e partiu sem saber aonde ia” (Hb 11:8).

4) Aquele que serve a Deus deve desejar o verdadeiro e suficiente pão espiritual

“Replicou-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo: não foi Moisés quem vos deu o pão do céu; o verdadeiro pão do céu é meu Pai quem vos dá. Porque o pão de Deus é o que desce do céu e dá vida ao mundo. Então, lhe disseram: Senhor, dá-nos sempre desse pão. Declarou-lhes, pois, Jesus: Eu sou o pão da vida; o que vem a mim jamais terá fome; e o que crê em mim jamais terá sede” (Jo 6:32-35).
O maná no deserto era uma provisão literal, cuja finalidade era alimentar fisicamente os hebreus que foram tirados do Egito, mas profeticamente simbolizava o verdadeiro pão do céu, pão espiritual, que deveria saciar a fome espiritual e eterna do homem, Jesus.

Conclusão: Podemos confiar no cuidado e provisão de Deus, desde que estejamos no caminho que Ele traçou para nós. Se você e eu temos promessas divinas, elas podem ser antecedidas por um deserto, mas não precisamos temer, pois fiel é Deus para nos manter firmes e constantes até que seus propósitos se cumpram.

CUIDANDO DA VIDA CONJUGAL

Andarão dois juntos, sem que haja entre eles acordo?
Amós 3:3

A vida é feita de semeaduras e colheitas, mas a convivência é uma arte. Se não nos dermos conta desse fato, o fracasso jaz à porta.
Quando conhecemos a pessoa com quem casamos, fomos tomados de um sentimento chamado paixão. O que não esperávamos é que o calor da paixão seria trocado, de vez em quando, pelo inverno rigoroso da razão em nosso relacionamento.

A paixão faz-nos cegos para com os espinhos no jardim, faz-nos ignorar e desprezar as pedras no caminho, esnobamos os desafios, subestimamos qualquer hipótese de incompatibilidade de gênios, entretanto quando ela passa, começamos a supervalorizar os espinhos e as pedras. Problemas pequenos passam a ser gigantes assustadores, virtudes passam a não contar pontos e acabamos focando mais nas falhas, a beleza perde espaço para diferenciação de humor. O que era feito por prazer passa a ser feito por obrigação.

Diante desse quadro aparentemente assustador, paira diante de cada um de nós a maior das oportunidades – enrijecer e aperfeiçoar o nosso amor. Podemos amadurecer e deixar para trás a necessária, mas frágil paixão. A paixão tem sua importância, pois é como o a auto-estima, nos impulsiona a termos atitudes positivas para agradar nosso cônjuge, sendo que a satisfação maior passa a ser nossa. Quando somos tomados por esse sentimento, nos valorizamos mais, pois queremos agradar a pessoa a quem amamos.

Por outro lado, os cônjuges precisam ser sensíveis para detectar quando um está investindo para agradá-lo. É muito decepcionante quando isso não é valorizado. O efeito passa a ser contrário, o que parecia um sonho maravilhoso, passa a ser um pesadelo. O príncipe torna-se um horrível sapo, a princesa torna-se um temível bruxa. O amor passa, mesmo que momentaneamente, a dar lugar a um sentimento parecido com ódio.

O valor de uma palavra não é maior nem menor do que quem a diz. Aquele que se forma na escola do amor e sabe o que quer dizer a expressão “eu te amo” é porque aprendeu as lições de tudo crer, esperar, suportar, sofrer. O amor se fortalece a ponto de não ficar com inveja (disputas com o cônjuge), não arder em ciúme (desconfiança, insegurança quanto ao cônjuge), não se põe em soberba (inferiorizar, menosprezar o cônjuge). Alguém disse que “não é o amor que sustenta o casamento, mas o casamento que sustenta o amor”.

Para andar juntos, o casal precisa compreender-se mutuamente, tolerar algumas coisas (ninguém e perfeito), aceitar-se como complemento um do outro, sabendo crescer com as diferenças e nunca querer bloqueá-las. Precisamos saber que antes de conquistarmos o território da razão precisamos conquistar outro território, que é o da emoção. Elogios preparam o caminho para as observações construtivas. Para que tenhamos qualidade de vida em nosso relacionamento, às vezes precisamos abrir mão da razão e navegar sem medo nas ondas da emoção.

A vida conjugal pode ser comparada a construção de uma casa. É algo maravilhoso, mas com o tempo começam a surgir muitos entulhos que, se não forem postos numa caçamba, começam a atrapalhar o andamento da construção. Precisamos cuidar, inclusive, com as pequenas coisas, pois ninguém tropeça em montanhas, mas nas pequenas pedras.
Nunca se esqueça, especialmente no casamento, que é melhor perder uma batalha, do que perder a guerra. Tem horas que perder significa ganhar. Pare de ser chato, seja amistoso com a pessoa com quem se aliançou e viva uma vida abençoada no casamento.

Wanderley da Silva
Autor

Superando os desafios da vida

Um homem não está acabado quando ele é derrotado em uma batalha, mas sim quando desiste da guerra. A maior prova de coragem é suportar perder uma ou outra batalha sem perder o ânimo de continuar lutando até o fim. Não se desespere diante das aflições. Se perdermos uma batalha, vamos nos levantar, retirar o pó e seguir em frente. É muito melhor perdermos uma batalha para que mantenhamos a consciência da guerra, do que acostumarmos somente com vitórias e acomodarmos como se já tivéssemos conquistado tudo e sermos pegos de surpresa pelo inimigo.
Jesus disse aos seus discípulos que eles passariam por aflições, mas não poderiam abrir mão do bom ânimo. A vitória ou a derrota depende de nós, mas a pior derrota é a de quem desanima, João 16:33.
Em Daniel 12:13 está escrito: “Tu, porém, segue o teu caminho até ao fim; pois descansarás e, ao fim dos dias, te levantarás para receber a tua herança”.
O apóstolo Paulo fortaleceu os irmãos da Galácia com as preciosas palavras registradas em Gálatas 6:9 dizendo: “E não nos cansemos de fazer o bem, porque a seu tempo ceifaremos, se não houvermos desfalecido”.
Pensemos nessa declaração: “Há homens que lutam um dia e são bons; há homens que lutam muitos dias e são melhores; há outros que lutam anos e são excelentes; mas há os que lutam toda a vida e são os imprescindíveis” (Bertolt Brecht).
Uma pedra preciosa torna-se valiosa por causa da fricção que sofre; o ouro ao passar pelo fogo torna-se mais puro e mais precioso, portanto os homens e mulheres se tornam melhores após passar pelas provas. Já dizia o poeta sacro: “Os mais belos hinos e poesias foram escritos em tribulação; e do céu as lindas melodias se ouviram na escuridão”. José, filho de Jacó, foi vítima de perseguição, inveja, traição por parte de seus irmãos que o venderam como escravo, mas após todos os dissabores pode mostrar aos seus irmãos algo tremendo: “Vocês intentaram o mal contra mim, mas Deus transformou em bênção, como hoje vocês podem ver”.
Aqueles que possuírem vontade firme transformarão em auxílio cada obstáculo, serão firmes como a águia e aproveitarão os ventos contrários para alçarem vôos mais altos. Em Isaías 40:31 diz que “Mas os que esperam no Senhor renovarão as suas forças e subirão com asas como águias; correrão e não se cansarão; caminharão e não se fatigarão”.
Todas as pedras que são lançadas contra aqueles que são determinados poderão ser usadas para ajudar na edificação de seus edifícios. Nada se perde. Dizem que, aos que possuem espírito de vencedores, até um chute no traseiro lhes será bem vindo, pois ajudarão a irem mais rápidos para frente, rumo aos seus alvos de conquista.
Nunca permita entrar no time dos medíocres, pois a vida para estes é muito dura, só conseguem ver dificuldades. Os vencedores vêem pela frente sempre oportunidades, mesmo que seja em algo aparentemente negativo. Avancemos sempre, pois se nos mostrarmos frouxos, não acharemos força quando mais precisarmos.
Você e eu podemos nos tornar grandes conquistadores, mas para isso é necessário acordarmos, levantarmos, encararmos os desafios e avançarmos sempre na força e graça do Senhor Jesus.
Roberto Shinyashiki, disse que há três tipos de pessoas na luta do dia a dia: “os fracos, que estão sempre procurando seus direitos; os bons, que procuram cumprir seus deveres; os sensacionais, que buscam oportunidades para superarem e realizarem seus propósitos”.
Se você está em profunda escuridão por causa de alguma providência estranha e misteriosa, não tenha medo. Simplesmente prossiga, em fé e amor, sem duvidar. Deus está velando, e Ele tirará o bem e alguma coisa bela de todo o seu sofrimento e lágrimas.

Um abraço,
Pr. Wanderley da Silva

Superando os desafios

Os desafios são importantes na vida humana. São eles que dão maior satisfação às nossas conquistas. Através deles podemos crescer e desenvolver nossos potenciais. Eles também separam os valentes dos covardes, os fortes dos fracos, os verdadeiros dos falsos, os determinados dos medíocres.
“O êxito da vida não se mede pelo caminho que você conquistou, mas sim pelas dificuldades que superou no caminho” (Abraham Lincoln).
Deus estabeleceu um grande desafio à Josué: “levanta-te, passa o Jordão, tu e todo o povo… Tu farás este povo herdar a terra…” O povo estava no deserto já fazia 40 anos. Estavam às portas de tomarem posse da terra prometida, mas tinham ainda muito que fazer, pois deveriam vencer todos os inimigos que havia na terra.

Assumir o desafio com responsabilidade
Devemos ser convictos ao responder ao chamado divino: “não to mandei eu?” Dizem que “manda quem pode e obedece quem tem juízo”. Nesse caso, Deus pode e tem todo direito de mandar, pois é poderoso e soberano, cabe a nós termos juízo, bom senso e obedecermos ao chamado divino.

Portar-se firme como um guerreiro valente
A realização de seus sonhos dependerá de sua disposição em superar os desafios que tiver pela frente. A vitória pertence aos determinados e nunca aos covardes.

Confie sempre na gloriosa presença divina
Deus sempre está presente para ajudar seus filhos a alcançarem a vitória. Com Ele no comando a estrada é segura e cheia de prazer. Ainda que venham ventos contrários, com Sua mão sempre podemos superar.

Conclusão
Quer vencer os desafios?- confie em DEUS!
Quer ser bom no que faz?- Pratique!
Quer alcançar o objetivo?- Jamais desista!
Quer crescer?- tenha raízes.
Quer ver resultados? Persevere.
Quer ser feliz?- esqueça o passado
Quer falar bem?- Escute melhor.
Quer aprender?-Persista em ler.
Quer realização pessoal?- Sirva!
Quer fazer diferença?-Pague o preço.
Aqueles que nada fazem e esperam algum tipo de vitória estão enganados.
A vitória é dos que lutam, dos que agem, dos que “saem do porto”.
A vitória é dos que se arriscam para alcançar o alto da montanha.
As fortalezas do mal são poderosas, mas não invencíveis, são vulneráveis e sujeitas à destruição. O Senhor Jesus disse que veio para destruir as obras do diabo. Também afirmou: “eis que vos dou poder para pisardes serpentes e escorpiões e toda obra do mal e nada lhes fará dano algum” (Lc 10:19). No entanto, nossa autoridade para resisti-lo é proporcional à nossa humildade e dependência de Deus.

Quanto Vale a Tua Vida?

QUANTO VALE A TUA VIDA?
Salmo 90:10-12
Vivemos a vida como se ela fosse interminável. No entanto, precisamos viver consciente da brevidade da vida, como afirma Tiago: “Digo-vos que não sabeis o que acontecerá amanhã. Porque que é a vossa vida? É um vapor que aparece por um pouco e depois se desvanece” (Tg 4:14). O salmista também disse: “Porque o homem, são seus dias como a erva; como a flor do campo, assim floresce; pois, passando por ela o vento, logo se vai, e o seu lugar não conhece mais” (Sl 103:15-16).
Entre o nascimento e a velhice há um pequeno intervalo de tempo. John Wesley, quase ao final da sua vida disse: “passei pela vida como um raio”. Apesar de ser fundador do metodismo, julgava que pouco conseguiu fazer devido a brevidade da vida.
“A vida é tão breve como os raios do sol que surgem sorrateiramente na mais bela manhã e se despedem sutilmente ao anoitecer sem deixar vestígios…” (Augusto Cury).
Muitos estão vivendo uma vida superficial, valendo-se da expressão de um cantor secular que diz: “deixa a vida me levar…” Esses são os que vivem estimulados pela fragilidade do prazer momentâneo, sem que se pense nas conseqüências futuras.
Alguém disse que “o tempo é um grande mestre, mas ao fim acaba matando todos os seus discípulos”. Salomão, o homem famoso por sua sabedoria, afirmou: “Mas, se o homem viver muitos anos e em todos eles se alegrar, também se deve lembrar dos dias das trevas, porque hão de ser muitos. Tudo quanto sucede é vaidade. Alegra-te, jovem, na tua mocidade, e alegre-se o teu coração nos dias da tua mocidade, e anda pelos caminhos do teu coração e pela vista dos teus olhos; sabe, porém, que por todas essas coisas te trará Deus a juízo” (Ec 11:8-9).
Para quem quer viver com sabedoria, o fato da brevidade os desafia a valorizá-la como um tesouro preciosíssimo. O conselho do salmista foi: “Quem é o homem que deseja a vida, que quer largos dias para ver o bem? Guarda a tua língua do mal e os teus lábios, de falarem enganosamente” (Sl 34:12-13).
Salomão, o sábio nos mostra que “o caminho para a vida é daquele que guarda a correção, mas o que abandona a repreensão erra” (Pv 10:17).
Ser sábio não quer dizer ser perfeito, viver isento de erros ou falhas, ou não ter momentos de fragilidade.
Viver com sabedoria é:
usar cada oportunidade para aprender lições,
cada erro para corrigir rotas e
cada fracasso como uma nova chance para ter mais coragem.
Ser sábio no viver é portar-se diante das vitórias com alegria e gratidão e diante da aparente derrota, valorizar a reflexão e extrair coisas positivas.
Todo aquele que é sábio cuidará com carinho da sua vida como um garimpeiro que descobriu a mais bela e valiosa pedra preciosa. Jesus veio para que tenhamos vida abundante, Jo 10:10.
Olhe para sua história:
os anos que você já viveu não parecem que passaram rapidamente?
diante disso:
o que você tem feito para ser uma pessoa mais alegre, serena e segura?
o que você tem feito para superar sua impaciência, ansiedade e irritabilidade?