Duvidar é fracassar

DUVIDAR É FRACASSAR
O inimigo mais impetuoso da fé chama-se dúvida, e
sua finalidade principal é neutralizar todas as ações do cristão, agindo
diretamente na mente, tentando retirar a certeza ali fixada. Quando consegue,
imediatamente anula a conquista ou impossibilita a ação de Deus, isso não quer
dizer que o diabo pode mais do que o Senhor. Não, absolutamente! O diabo é
ardiloso e astuto – “Mas a serpente,
mais sagaz que todos os animais…”
(Gênesis 3.1) – e sabe que a única
forma de impedir que o milagre aconteça na vida do homem, é colocando-lhe no
coração as dúvidas: “Se, porém,
algum de vós necessita de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente
e nada lhes impropera; e ser-lhe-á concedida. Peça-a, porém, com fé, em nada
duvidando; pois o que duvida é semelhante à onda do mar, impelida e agitada
pelo vento. Não suponha esse homem que alcançará do Senhor alguma
coisa…”
(Tiago 1.5-7).
Deus condiciona a todos os mesmos direitos e benefícios, não importando a
raça, cor ou nacionalidade: “Pois
não há distinção entre judeu e grego, uma vez que o mesmo é o Senhor de todos,
rico para com todos os que o invocam”
(Romanos 10.12). O que importa é
a confiança nele e nas Suas promessas e, uma vez demonstrada, nenhum poder do
mal impedirá sua conquista.
O cristão deve aprender a viver pela fé, e para isso necessita exterminar da
sua mente e do seu coração todos os vestígios malignos que possam propiciar
dúvidas, pois elas são iguais ao câncer, que se desenvolve lentamente, quase
que imperceptível, mas, quando atinge a corrente sangüínea, espalha-se por
todos os órgãos do corpo, criando tumores diversos e causando, infelizmente, a
morte. Mas existe uma chance de cura se o tumor for diagnosticado, logo no
início, e for cortado pela raiz por uma ação cirúrgica imediata. Do mesmo modo,
as dúvidas, quando não as rechaçamos imediatamente, desenvolvem-se, produzindo
doenças espirituais, tais como: depressões, auto-estima baixa, desânimo, etc.
A dúvida tem conseguido, no decurso dos anos, desestruturar várias pessoas,
desviando do Evangelho muitos cristãos. Infelizmente, muitos desses, que se
desviaram, não conseguiram voltar para a igreja, decaíram novamente até o fundo
do poço. É comum ver, nas prisões, homens e mulheres que já foram evangélicos,
pessoas que conheceram o poder de Deus, a alegria da vitória que os conduziam à
liberdade, mas, agora, sentem o amargo da derrota e passam os dias e noites em
celas frias e úmidas.
Talvez, a dor maior que existe nos corações desses que se desviaram da fé,
seja a infindável dor da ausência de Deus: “Estou
cansado de tanto gemer; todas as noites faço nadar o meu leito, de minhas
lágrimas o alago”
(Salmos 6.6).

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